
Filha da terra assim sou. de húmus me faço e componho
realidade em vasos de seiva. crisálida. à transformação dos dias
Esta realidade de mim. é necessidade e sem excepção. tão claramente quanto não sinto
a consistência do papel. através da caneta e do aparo
ninfa dos lepidopteros. cabelos nevados. aurelianos
mas sou trinquenta língua
que cravo. travo
do tudo o que digo e não digo. me vago e me perco
vergôntea do halo da nova Jerusalém.
que espera exausta sob o sol do meio dia
junto ao poço de Jacob
*Fotos de P. Mascarenhas
Montagem de sma

11 comentários:
bom dia!
crisálida...
Que cheiro bom aqui, depois da chuva...
Beijo
o silêncio em que muitas, muitas
vezes habitas...
reconheço-te as palavras nesse
olhar expressivo, que enriquece
a alma de qualquer um mortal!!!
a mistura do "mel com o agri",
dá um sabor oriental;)
quem fotografou fê-lo com inspiração :)))
bj agri
ps: o "pássaro" teve uma noite
tranquilíssima, neste momento
relaxa no seu "buraco" favorito...
Não basta comtemplar
os destinos estão
nas nossas mãos
porque os rios correm do ventre até à foz - até ao mar
creio em lugares profundos
de líquidas comunicações das veias
dos
poços
~
É tão lindo o que escreves como esses olhos Filhos da Terra!
Obrigada. Beijo.
junto ao poço.
onde És terra
Fértil!
belíssima montagem de olhos-semente.
um abraço.
Cheiro e sabor de terra. Em ti. Da crisálida virá a borboleta. **
É o olhar, a força maior. Para uma filha da terra, julgo que a espera vale sempre a pena... :)
Belas, as fotos!
Um beijinho
seta pé-nosso moinho-pinho des ata ave
[ ciclo-oração
... fotos "belas" por mãos artísticas!!!
a fotogenia e a beleza não é muita... :)))
sem beijo
gostei de ler e há uma palavra que guardei..
trinqueta...
beij
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