FOR US THERES IS ONLY ONE SEASON. THE SEASON OF SORROW



Oscar Wilde


segunda-feira, 22 de dezembro de 2008






Nas nefastas ardósias frias escreve-se como prisioneiros ao futuro talhado.
Profiram-se nos bordos dos caminhos o sentido de uma narrativa de vida. única como si mesma. que não esconde a cara da miséria entre os artefactos.
E questiono-me quando será o primeiro Natal. dessa primavera de afectos






8 comentários:

Ana Paula Sena disse...

Quando será...?

Também me custa pintar flores cor-de-rosa...assim... quando há tanta pobreza...

Lindo o teu post e sentido.

Um beijinho de Feliz Natal (apesar de tudo...)!

maria josé quintela disse...

um bom natal para ti.



desse primeiro natal...



beijo.

Maria disse...

Só sei que é uma época de que não gosto. Saberás porquê...

Um beijo

Gabriela Rocha Martins disse...

quando TU e EU e NÓS quisermos

melhor
quando os OUTROS por nós
[imaginados]
o permitirem

sem demagogia

façamos não apenas uma primavera, mas um verão ,um outono e um inverno de afectos .ajudas.me?


.
um beijo

lisse disse...

Perdida a voz e o tempo. Recorte austero que em pedra se faz verdade crúa.

Brando. Dormente. Despreendimento feito abandono e descrença antes de nascer o tempo dos afectos.

Deixo, nas pedras musgadas do caminho,os passos, o afecto e o carinho.

Beijo

Frioleiras disse...

eu, egoista talvez, quando visito algum doente, quando quero dar um pouco de alegria a alguém .... visto-me o melhor que posso, pinto os lábios de rosa...
sorrio o máximo........
cor de rosa sim

quando nada se pode dar mais do que cor de rosa
e é melhor do que dar
negro também


quando impera a tristeza há que "fabricar" a alegria
porque
... quem não vive como pensa...
... acaba por pensdar como vive (em cor de rosa)

Um Santo e Feliz Natal para ti
com muita, muita
Saúde.............

lisse disse...

Este pode ser o primeiro Natal.
Está nas nossas mãos talhá-lo em afecto e cuidar diariamente para que sempre floresça.

Noite feliz em Luz e Amor

Beijo

Madalena disse...

Ontem a meio do jantar, bateu-me à janela um homem da rua onde moro. Tinha fome.
Tem dois grupos familiares e estava vestido como quem vai ser convidado mas... não foi.
Só não passou fome.

E a solidão?

A maior fome das cidades?

Abraço.



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