Hoje...
o passado falou-me do presente. do cheiro das amêndoas amargas e dos amores contrariados.
Hoje, não invocarei prisões, mas lugares onde a assimetria de sempre imortaliza os caminhos que teimamos em não querer percorrer. por mais novos que sejam e poderiam fazer-nos.
O tempo enruga a pele e dilata o coração. na virtude do novo que o vento traz.
Assim somos sicómoros. de fruto maduro. em tempo da apanha...

