FOR US THERES IS ONLY ONE SEASON. THE SEASON OF SORROW



Oscar Wilde


quarta-feira, 10 de dezembro de 2008




Não há arte sem a verdadeira experiência de solidão. é estar no centro do mundo sem ser o mundo. E percorrer vidas. dilacerar tantas. e nunca toca-las.

Esse ermo estado que me grita em arrastamento de mim. de uma díade em falta. de vinculação.
precoce rede. que se perde. se quebra. se arranca.
raios que partam a caída.

No fundo é esse estranho estado que se nutre de eco.




12 comentários:

Anónimo disse...

... a mim magoam-me os ecos...

Anónimo disse...

Vivo em desassossego com a música. Sempre.

Mais uma vez gosto de ler-te.

D.

Mié disse...

raios que partam a caída...

a solidão.


e

deixo-Te

um beijo

terno

© Piedade Araújo Sol (Pity) disse...

o eco sempre me fez confusão...

o meu livro de poesia tem o titulo de "Ecos"...

interessante!

beijo com eco...

maria vital disse...

e volto

volto sempre

_________como um eco


beijo


enormeee

Maria disse...

Os ecos sempre me incomodaram...

Um beijo...

K. disse...

Olá. Vim visitar-te, também gostei do que vi. :) coincidência no tema do post?

Madalena disse...

Grande texto.

Obrigada. :)

Mié disse...

vim

...?


...não te deixes arrastar!


um beijo

terno

bom fim de semana

lisse disse...

Viageiros que entre ecos e solidões se dilapidam e iludem ausências...

Ponto ermo, onde as sombras se abrem em dedos. Onde se reconhecem e renascem em novos "vinculos" irisados em pedra de ara...

Vinculado Beijo

Mateso disse...

O som de entranhas vazias, o eco...
Avassalador, o texto.
Abraço.

via disse...

concordo, a arte vem com a solidão ou vice versa.



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