Esta noite morreremos
na espera que é lar da morte
velar-te em nome. sobre o nome onde cresce urtigas
na espera que é lar da morte
velar-te em nome. sobre o nome onde cresce urtigas
a Lua é gota
o Mar abismo
pingo que tem um halo de concêntricas florações do teu sangue
irisada sombra do meu leito
precipício da marca dos teus passos. do sangue ressequido
na espera
do sempre do nunca
o coração do tempo pulsa
num maquinismo ínscio
na casa do tempo
a hora é adorno
E se a lua vier. de novo. virá como lança
que trespassa um pássaro para ler nas entranhas
num maquinismo ínscio
na casa do tempo
a hora é adorno
E se a lua vier. de novo. virá como lança
que trespassa um pássaro para ler nas entranhas

10 comentários:
e se não fosses a palavra
escrita
ter.TE.ia como signo
.
.
.
.
.
um beijo
... e eis que choro.
A lua virá. de novo.
e o novelo de prata que deixar será asa e fogo...
Beijo
aqui é uma "casa do tempo".
gosto de estar.
beijos
della
tão forte a necessidade de re LER.TE
.
.
.
.
.um beijo
...
e
deixo-te
um
beijo
O que dirão as entranhas do pássaro? É que a Lua, essa vem. :)
Muito bom ler-te.
A lua virá. Por certo. Gostava que fosse como véu de encanto.**
Profundo.
Perante o teu olhar poético, aplaudo a tua composição! Sempre bela, sempre magnificamente musical!
Bj :)
...deste-me um trabalhão...ínscio :)
...___poetisa.
e saio
beijo
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